E parece que foi ontem que eu estava tremendo pelo meu primeiro beijo, que estava escolhendo algo que mudou minha história e que confiava na bondade das pessoas. Mas é agora, no presente, que eu desejo sentir de novo toda aquela ansiedade e felicidade que se sente ao descobrir o que é novo, desconhecido e tão esperado, como em um primeiro romance. É agora que eu tenho a certeza que meus próximos passos irão realmente influenciar o meu futuro quase que completamente e que eu preciso me decidir e fazer escolhas inteligentes. É com a vivência e experiência que adquiri até hoje que sei que as pessoas, ou pelo menos a grande parte delas, não podem ser taxadas apenas como boas ou más, e que eu tenho que ser menos inflexível e mais compreensiva, pois eu também erro, magôo e decepciono o tempo todo, mesmo tentando acertar, tentando ser justa e me dedicando.
A garotinha
E parece que foi ontem que eu estava tremendo pelo meu primeiro beijo, que estava escolhendo algo que mudou minha história e que confiava na bondade das pessoas. Mas é agora, no presente, que eu desejo sentir de novo toda aquela ansiedade e felicidade que se sente ao descobrir o que é novo, desconhecido e tão esperado, como em um primeiro romance. É agora que eu tenho a certeza que meus próximos passos irão realmente influenciar o meu futuro quase que completamente e que eu preciso me decidir e fazer escolhas inteligentes. É com a vivência e experiência que adquiri até hoje que sei que as pessoas, ou pelo menos a grande parte delas, não podem ser taxadas apenas como boas ou más, e que eu tenho que ser menos inflexível e mais compreensiva, pois eu também erro, magôo e decepciono o tempo todo, mesmo tentando acertar, tentando ser justa e me dedicando.
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Laurah
às
02:02
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Vou procurar minhas canetas coloridas, fantasiar a minha história, abrir o meu caderno e, momentaneamente, esvaziar de dentro de mim tudo aquilo que me consome, que me corrói, que traduz o meu instante. Escrever em uma página tudo o que está me sufocando e gritando para ser liberto e conhecido.
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Laurah
às
14:20
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Os amigos... que se foram.
Chega a ser assustadora a forma como percebemos, ou nem notamos, que as pessoas aparecem e saem tão rapidamente de nossas vidas. É extremamente assustador o fato da vida passar tão depressa, escorrendo entre nossos dedos e então, num dia nós olharmos para o nosso lado e não ver mais alguém que esteve conosco anos (ou meses) atrás e que era tão importante, tão insubstituível.
O que mais nos destrói nesses momentos é a lembrança, que chega como uma faca rasgando o peito. Como queríamos reviver aqueles momentos novamente com a pessoa, como desejamos que ela estivesse vivendo conosco o hoje e o amanhã. É difícil saber o que pode ser pior: você simplismente não saber o motivo pelo qual o afastamento se tornou real, conhecer esse motivo ou não lembrar.
Agora, nesse momento, eu queria poder voiltar no tempo, lá atrás... Tentar consertar as coisas, mesmo sem saber se fui eu que errei ou se aconteceu mesmo um erro. E mesmo que não tivesse em minhas mãos, eu iria tentar. Tentar fortalecer os laços, desfazer as palavras erradas que disse, dar mais importância, curtir mais, agarrar essas pessoas e nunca mais soltar.
"Como eu disse, desaparecimentos acontecem. Dores dissipam. Sangramentos param de escorrer e pessoas, pessoas somem. Tem mais coisas que eu gostaria de dizer, tanta coisa, mas... " (Grey's Anatomy)
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Laurah
às
00:13
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Eu queria poder resgatar mais do que eu era, do que fui.
Durante muito tempo, e por consequência de dificeis momentos que enfrentei e do escuro de proteção que cirei em mim por causa dessas coisas, fiz de tudo para me manter de pé e me tornar alguém mais forte... Deixei a inocência e a doçura para trás, a essência que deixei escorrer no meio da estrada na qual avançava; em troca, apenas uma dose tripla de sarcasmo, egoísmo e pessimismo.
E desde o momento em que prometi não mais sofrer por outro alguém, mantive de pé a minha palavra. Mas isso não me fez deixar de chorar por minha própria causa, na cama, no ônibus ou em qualquer outro lugar que fosse.
Uma barreira para meus sentimentos e, ao mesmo tempo, paradoxalmente, a armagura os trouxe à liberdade.
E é apenas o início do fim, os cacos no chão, uma vazio no peito.... E você não vai poder me libertar....
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Laurah
às
23:02
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É de madrugada que tenho as maiores inspirações e eu "viajo na maionese". Enfim, decidi, depois de tanto tempo em atualizar o blog, postar um trechinho do que escrevi ontem. Bjos. :*
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Laurah
às
22:17
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